Home Data de criação : 08/04/22 Última atualização : 09/06/26 23:00 / 235 Artigos publicados
 

Ficar velho é obrigatório, crescer é opcional  escrito em sexta 26 junho 2009 23:00

No primeiro dia de aula nosso professor se apresentou aos alunos, e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda. Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro. Olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim, com um sorriso que iluminava todo o seu ser. Ela disse:

Hei, bonitão. Meu nome é Rosa. Eu tenho oitenta e sete anos de idade. Posso te dar um abraço?

Eu ri, e respondi entusiasticamente: “É claro que pode!”. E ela me deu um gigantesco apertão.

Por que você está na faculdade em tão tenra e inocente idade?”, perguntei.

Ela respondeu brincalhona: “Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar”.

Está brincando”, eu disse.

Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse: “Eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um!

Após a aula nós caminhamos para o prédio da união dos estudantes, e dividimos um ‘milkshake’ de chocolate. Nos tornamos amigos instantaneamente.

Todos os dias nos próximos três meses nós teríamos aula juntos e falaríamos sem parar.

Eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela ‘máquina do tempo’ compartilhar sua experiência e sabedoria comigo.

No decurso de um ano, Rosa tornou-se um ícone no campus universitário, e fazia amigos facilmente, onde quer que fosse.

Ela adorava vestir-se bem, e revelava-se na atenção que lhe davam os outros estudantes. Ela estava curtindo a vida!

No fim do semestre nós convidamos Rosa para falar no nosso banquete de futebol.

Jamais esquecerei do que ela nos ensinou. Ela foi apresentada e se aproximou do pódio. Quando ela começou a ler a sua fala preparada, deixou cair três das cinco folhas no chão. Frustrada e um pouco embaraçada, ela pegou o microfone e disse simplesmente:

Desculpe-me, eu estou tão nervosa! Parei de beber por causa da Quaresma, e este uísque está me matando! Eu nunca conseguirei colocar meus papéis em ordem de novo, então me deixe apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei”.

Enquanto nós ríamos, ela limpou sua garganta e começou:

Nós não paramos de amar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de amar. Existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguindo sucesso. Você precisa rir e encontrar humor em cada dia. Você precisa ter um sonho. Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam! Há uma enorme diferença entre ficar velho e crescer.

Se você tem 19 anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com 20 anos. Se eu tenho 87 anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu ficarei com 88 anos. Qualquer um consegue ficar mais velho. Isso não exige talento nem habilidade. A idéia é crescer através de sempre encontrar oportunidade na novidade. Isto não precisa nenhum talento ou habilidade. A idéia é crescer sempre encontrando a oportunidade de mudar. Não tenha remorsos. Os velhos geralmente não se arrependem daquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. As únicas pessoas que tem medo da morte são aquelas que tem remorsos”.

Ela concluiu seu discurso cantando corajosamente “A Rosa”.

Ela desafiou a cada um de nós a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária. No fim do ano Rosa terminou o último ano da faculdade que começou há todos aqueles anos atrás.

Uma semana depois da formatura, Rosa morreu tranqüilamente em seu sono.

Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode provavelmente ser.

Quando você terminar de ler isto envie esta pacífica palavra de conselho para seus amigos e familiares, eles realmente apreciarão! Estas palavras têm sido divulgadas por amor, em memória de “Rosa” e lembre-se:

Ficar velho é obrigatório, crescer é opcional.

Se você leu isso com o coração estará mais sábio, mas se leu com a mente, estará apenas mais velho.

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Sabedoria e discernimento matam a paulada os pobres de espírito  escrito em terça 16 junho 2009 16:55

Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo a ele, por que era impossível a alguém da velha geração entender esta nova geração.

Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo”, diz o estudante, em tom alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo. E continuou: “Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular, televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e”... fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.

O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse: “Você está certo, meu filho. Nós não tivemos essas coisas quando nós éramos jovens... por isso nós as inventamos. E você, um bostinha arrogante dos dias de hoje, o que você está fazendo para a próxima geração?

Foi aplaudido ruidosamente, de pé!

Esta mensagem é pra repassar mesmo!

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Viver despenteada...  escrito em segunda 15 junho 2009 19:02

A autoria, eu desconheço. Mas devemos reconhecer que autora é muito sensata, não? Diz ela: – Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade… O mundo é louco, definitivamente louco…

O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro. O sol que ilumina o teu rosto enruga. E o que é realmente bom dessa vida, despenteia…

Fazer amor, despenteia.

Rir às gargalhadas, despenteia.

Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.

Tirar a roupa, despenteia.

Beijar a pessoa amada, despenteia.

Brincar, despenteia.

Cantar até ficar sem ar, despenteia.

Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível...

Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu vou estar com o cabelo bagunçado... Mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.

É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir ao primeiro carrinho da montanha russa do que aquela que decide não subir.

Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável, toda arrumada por dentro e por fora, afinal o aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença:

Arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça, coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique séria… e talvez devesse seguir as instruções, mas quando vão me dar a ordem de ser feliz?

Por acaso não se dão conta que para ficar bonita eu tenho que me sentir bonita... A pessoa mais bonita que posso ser!

O que realmente importa é que ao me olhar no espelho, veja a mulher que devo ser.

Por isso, minha recomendação a todas as mulheres:

Se entregue, coma coisas gostosas, beije, abrace, dance, apaixone-se, relaxe, viaje, pule, durma tarde, acorde cedo, corra, voe, cante, arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável, admire a paisagem, aproveite, e acima de tudo, deixa a vida te despentear!

O pior que pode passar é que, rindo frente ao espelho, você precise se pentear de novo...

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Será que eu preciso?  escrito em quarta 27 maio 2009 14:56

Será que precisamos de tudo aquilo que desejamos ter? Você já parou para pensar sobre isso? Eis uma reflexão que necessita de nossa atenção, e que irá colocar em análise muitos de nossos valores.

Lembramos de uma passagem narrando que Mahatma Gandhi, depois de ter conseguido a independência da índia, fez uma visita à Inglaterra.

Passeava com algumas pessoas pelas ruas de Londres, quando sua atenção foi atraída para a vitrine de uma famosa joalheria.

E ali ficou Gandhi, olhando as pedras preciosas e as jóias ricamente trabalhadas.

O dono da joalheria imediatamente o reconheceu, e foi até a rua saudá-lo:

Muito me honra que o Mahatma esteja aqui, contemplando o nosso trabalho”, disse ele. “Temos muitas coisas de imenso valor, beleza e arte, e gostaríamos de oferecer-lhe algo”.

Sim, estou admirado com tanta maravilha”, respondeu Gandhi. “E, mais ainda, estou surpreso comigo, pois ainda consigo viver e ser respeitado sem precisar usar jóias”.

Outro espírito muito sábio também se refere a estas mesmas questões. O Dalai Lama, em sua obra ‘A arte da felicidade’, traz observações e apontamentos sobre isso, propondo a seguinte prática:

Toda vez que estivermos diante de algo que desejamos adquirir, algo que nos desperte o desejo, a vontade, indaguemos a nós mesmos: será que eu preciso disso?

Se nos deixarmos levar por um primeiro impulso responderemos ‘sim, é claro que preciso’, pois ainda não racionalizamos nada.

Agora, se pensarmos um pouco mais, e deixar este primeiro ímpeto para trás, conseguiremos descobrir se realmente estamos precisando daquilo.

Assim, assegura-nos o líder tibetano que não seremos facilmente seduzidos pelas conquistas materiais, que tendem a querer nos escravizar.

Nosso ser é frágil, e ainda acha que precisa de recursos externos para assegurar sua felicidade. A baixa auto-estima, por vezes nos faz procurar no mundo algo que consiga elevá-la.

Comprar roupas, carros, jóias, pode trazer uma certa satisfação às nossas vidas, mas ela será apenas momentânea, e logo que o encanto com o novo passe, voltaremos ao nosso anterior estágio de felicidade.

O ser que busca a espiritualização, vai encontrar os recursos para construir sua felicidade naquilo que não é matéria, vai encontrar a satisfação nos sentimentos, nas ações nobres que pratique em favor do outro, numa conversa amiga, na contemplação da natureza.

O ser que busca a espiritualização precisa rever seus valores, e não ceder aos apelos da mídia e dos modismos, conseguindo assim alicerçar sua felicidade em terreno seguro.

O sábio dos sábios um dia ensinou:

Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Mas, ajuntai tesouros no Céu, onde nem a ferrugem destrói, e onde os ladrões não arrombam e nem roubam. Pois onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”.

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Deus nunca desiste  escrito em sábado 23 maio 2009 13:27

Como eu sei que Deus está comigo? E se tudo isto for uma brincadeira?

Como você sabe que é Deus quem está falando?

A escuridão terrível e abafada da dúvida.

A mesma escuridão que você sente quando senta em um banco polido de uma capela funerária e ouve o obituário de uma pessoa que você ama mais que a vida.

A mesma escuridão que você sente quando ouve as palavras: “O tumor é maligno. Temos que operar”.

A mesma escuridão que cai sobre você quando percebe que acaba de perder o temperamento... de novo.

A mesma escuridão que você sente quando percebe que o divórcio que você nunca quis chegou ao final.

A mesma escuridão na qual Jesus gritou, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

Palavras apropriadas. Porque quando duvidamos, Deus parece estar muito longe. É exatamente porque Ele escolheu estar tão perto. Através do tempo, apesar do povo de Deus esquecer seu Deus muitas vezes, Deus não se esqueceu deles. Ele manteve Sua palavra. Deus não desistiu. Ele nunca desiste.

Quando José foi jogado em um buraco por seus próprios irmãos, Deus não desistiu.

Quando Moisés disse, “Eis-me aqui, envie Arão”, Deus não desistiu.

Quando os israelitas libertados preferiam ser escravos no Egito ao invés de leite e mel, Deus não desistiu.

Quando Arão estava fazendo um falso deus exatamente ao mesmo tempo em que Moisés estava com o verdadeiro Deus, Deus não desistiu.

Quando somente dois dos dez espias consideravam que o Criador era poderoso o suficiente para libertar a criatura, Deus não desistiu.

Quando Sansão contou o segredo a Dalila, quando Saul riu de Davi, quando Davi conspirou contra Urias, Deus não desistiu.

Quando a palavra de Deus foi esquecida e os ídolos humanos brilharam, Deus não desistiu.

Quando os filhos de Israel foram levados cativos, Deus não desistiu.

Ele poderia ter desistido. Ele poderia ter virado as costas. Ele poderia ter ido embora da desordem desprezível, mas Ele não o fez. Ele não desistiu.

 Quando Ele se tornou carne e foi vítima de uma tentativa de assassinato antes de ter dois anos de idade, Ele não desistiu.

Quando o povo de sua própria cidade tentou O empurrar de um penhasco, Ele não desistiu.

Quando seus irmãos O ridicularizaram, Ele não desistiu.

Quando Ele foi acusado de blasfemar Deus por pessoas que não temiam a Deus, Ele não desistiu.

Quando Pedro O adorou à Ceia e O maldisse à fogueira, Ele não desistiu

Quando as pessoas bateram em Seus rosto, Ele não bateu de volta.

Quando os espectadores o insultaram, Ele não os insultou.

Quando um chicoteador dilacerou Seus lados, Ele não se virou e ordenou aos anjos que estavam aguardando a empurrar aquele chicoteador goela abaixo dos soldados.

E quando as mãos humanas prenderam as mãos divinas em uma cruz com cravos, não foram os soldados que seguraram firme as mãos de Jesus. Foi Deus quem as segurou firme. Porque aquelas mãos feridas foram as mesmas mãos invisíveis que carregaram o cântaro e a tocha dois mil anos antes. Eram as mesmas mãos que trouxeram luz dentro da escuridão terrível e abafada. Elas vieram fazer isso de novo.

Então, da próxima vez que a dúvida entrar, escolte-a para fora. Fora para o monte. Fora para o Calvário. Fora para a cruz onde, com sangue santo, a mão que carregou a chama, escreveu a promessa, “Deus desistiria do Seu próprio Filho antes de desistir de você”.

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